O Brasil é uma fatia pequena da economia mundial. Investir no exterior dá acesso a empresas e setores que quase não existem aqui e protege de problemas que atingem só o Brasil, inclusive a desvalorização do real.
O que comprar lá fora
- Stocks: ações de empresas estrangeiras, como as americanas.
- REITs: o equivalente americano dos fundos imobiliários.
- ETFs: fundos negociados em bolsa que replicam um índice inteiro, com centenas de empresas e taxa baixa. Um jeito simples de diversificar.
Como
Abrindo conta numa corretora no exterior e mandando dinheiro por câmbio (com custo de câmbio e IOF), ou comprando aqui mesmo, na B3, fundos e ETFs que investem lá fora. Cada caminho tem custos e regras de imposto diferentes.
Câmbio
Com investimentos em dólar, o seu patrimônio em reais sobe quando o dólar sobe e cai quando ele cai, além da variação dos próprios ativos. No longo prazo, isso é proteção; no curto, mais uma fonte de oscilação.
O imposto sobre aplicações no exterior mudou em 2024: rendimentos e ganhos pagam 15% no ajuste anual da declaração. Os detalhes estão no módulo de imposto de renda.