Ninguém sabe qual investimento vai render mais nos próximos anos. Diversificar é aceitar isso: em vez de apostar tudo numa ideia, espalhar o patrimônio para que nenhum erro isolado seja grave.
Em camadas
Entre classes: renda fixa, ações, fundos imobiliários, exterior. Cada uma reage de um jeito ao que acontece na economia.
Dentro de cada classe: várias empresas, de setores diferentes, e vários fundos imobiliários, de tipos diferentes (lajes, galpões, shoppings, recebíveis).
Entre países e moedas: parte no exterior protege de problemas que atingem só o Brasil e da desvalorização do real.
Uma divisão-alvo
Comece definindo quanto quer em cada classe, por exemplo uma fatia em renda fixa e o resto dividido entre ações, fundos imobiliários e exterior. Não existe divisão certa para todo mundo: ela depende do prazo, da renda, da reserva e de quanto de oscilação você aguenta sem vender no desespero. O importante é ter um alvo e segui-lo.
Diversificar não é ter de tudo
Ter 40 investimentos parecidos não diversifica. Também não ajuda ter tanta coisa que fique impossível acompanhar. Diversificação boa é a que você entende e consegue manter.
Teste o que aprendeu
Conteúdo educativo, para entender como os investimentos funcionam. Não é recomendação de compra ou venda de nenhum ativo nem consultoria de investimentos: cada pessoa decide com base nos próprios objetivos, prazos e tolerância a risco.