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Custos: o que come o rendimento

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Taxa não parece muita coisa: 1% ou 2% ao ano. Mas ela é cobrada todo ano, sobre todo o patrimônio, ganhe ou perca. Em décadas, a diferença entre pagar 0,2% e 2% ao ano pode chegar a uma parte grande do que você acumularia.

Onde estão os custos

  • Taxa de administração e de performance dos fundos.
  • Taxa de custódia, como a da B3 sobre o Tesouro Direto acima de certo valor.
  • Corretagem e emolumentos nas compras e vendas (hoje muitas corretoras não cobram corretagem).
  • Spread: a diferença entre o preço de compra e de venda, e entre o que o banco paga e o que ele cobra num título que ele mesmo vende.
  • Câmbio e IOF ao mandar dinheiro para fora.
  • Imposto: girar a carteira toda hora antecipa o imposto que, segurando, você só pagaria lá na frente (e enquanto isso o dinheiro rende).

Compare sempre o líquido

Antes de escolher entre dois investimentos parecidos, compare o rendimento depois das taxas e do imposto. Um CDB que paga um pouco mais pode render menos que uma LCI isenta, e um fundo com taxa alta precisa render muito acima do índice só para empatar.

Teste o que aprendeu

  1. 1. Por que uma taxa de 2% ao ano pesa tanto no longo prazo?
  2. 2. Ao comparar dois investimentos de renda fixa, o que deve ser comparado?
  3. 3. Girar a carteira com frequência costuma:

Conteúdo educativo, para entender como os investimentos funcionam. Não é recomendação de compra ou venda de nenhum ativo nem consultoria de investimentos: cada pessoa decide com base nos próprios objetivos, prazos e tolerância a risco.