A maior ameaça à carteira de longo prazo costuma ser o próprio investidor. Os erros mais comuns são de comportamento, não de conta.
Erros que custam caro
Vender no pânico durante uma queda, transformando uma oscilação em prejuízo de verdade.
Correr atrás do que mais subiu no último ano, comprando caro o que todo mundo já comprou.
Trocar de estratégia a cada notícia ou dica, sem dar tempo para nada funcionar.
Acreditar em promessa de ganho rápido e garantido: rendimento muito acima do mercado, sem risco, é sinal de golpe.
Quedas fazem parte
Ações, fundos imobiliários e o exterior caem com alguma frequência, às vezes bastante. Para quem tem reserva de emergência, um plano e um prazo longo, a queda é um momento de seguir aportando, não de sair.
Acompanhe com calma
Olhar a cotação todo dia aumenta a ansiedade e a vontade de mexer. Para o longo prazo, basta acompanhar com uma frequência fixa (no aporte do mês, por exemplo) e rever a estratégia uma ou duas vezes por ano.
Teste o que aprendeu
Conteúdo educativo, para entender como os investimentos funcionam. Não é recomendação de compra ou venda de nenhum ativo nem consultoria de investimentos: cada pessoa decide com base nos próprios objetivos, prazos e tolerância a risco.